OFICINA 6:
LUGARES QUE MORAM NA GENTE
Nome do Trabalho:
UM LOCAL EM DETALHES
- Nessa tarefa os alunos deveriam formar duplas, sair no pátio e nos espaços educativos da escola, e fazer uma Memória Literária (criar uma história sobre um local da escola, se inserindo na narrativa e criando algo que pudesse ou não ser verídico).
TEXTO VENCEDOR: MELHOR TEXTO E MAIS CRIATIVO DA TURMA.
Banquinho do Alceu
Tudo começou com um tronco de uma árvore que virou uma madeira e dessa madeira virou uma mesa, do cimento nasceu a estrutura de dois bancos e com quatro pedaços de madeira é feito o assento e o encosto.
Essa mesa não é uma mesa qualquer, ela é a mesa do Alceu Wamosy, uma escola localizada no interior do Município de Uruguaiana - RS. É nessa mesa que Juliana fica quatro horas sentada, das 8:00 horas às 12:00 horas. Ela é a mãe da Ana Júlia, sim, a Ana Júlia do 1º Ano.
Juliana adora sentar lá e ler a sua revista, e também, conversar com a Neize e com a Cândida.
Essa mesa está na escola à oito anos, agora ela está parecida com uma mesa de praça, e também fizeram nela um piso de cimento, para deixá-la mais bonita e aconchegante.
Ela fica do lado da pracinha, contêm árvores e flores ao seu lado.
Essa madeira, dessa mesa, tem um segredo que só eu e a Chaiane sabemos, a medeira dela não é uma madeira qualquer, é a madeira do tronco da árvore Pau-Brasil.
Tudo começou há muitos e muitos anos atrás, Lauri foi buscar essa madeira para fazer a nossa incrível mesa, só que não foi muito fácil pegar a madeira, pois no local viviam os índios. Todos os índios daquela tribo eram muito modernos, tinham: Tablets, Iphones, Computadores Imac e vários outros aparelhos que nem eu tenho. O pagé dessa tribo se chamava Guilherme e lá haviam outros índios, como: a Zoraide, a Maristela, a Michele, a Claúdia, a Mirian e vários outros índios também. Mas, Guilherme era o mais importante deles todos, pois era o mais velho de sua tribo, então o mais sábio.
Chegando lá, Lauri foi falar com o pagé da tribo, falou que queria retirar madeiras da árvore Pau-Brasil de suas terras, mas Guilherme recusou-se a dar a sua madeira tão especial. Lauri saiu desanimado dali, mas tudo mudou quando ele avistou a índia Zoraide, a bela índia dos olhos verdes, foi até ela e falou:
- Olá bela índia! Você é filha do pagé Guilherme?
- Sim, sou sim. Por que homem branco? Perguntou Zoraide.
- Queria saber se você gostaria de comer frutos do mar comigo hoje á noite?
- Não, mim não pode sair com homem da terra sofredora!
- "Tá" bom! Então, só me diz como é seu nome bela índia? Disse Lauri totalmente apaixonado.
- Meu nome é Zoraide.
- Que lindo nome. Então "tá", até mais.
Depois daquele dia, Zoraide e Lauri começaram a se conhecer melhor. Todos os dias saiam pela mata, até trocaram-se número de celular. Sempre iam embaixo de um coqueiro, do lado da casa da Mãe Sílvia, a benzedeira da tribo. Ela era a única que tinha Wifi. Então, Lauri e Zoraide iam até lá para pegar Wifi.
Zoraide e Lauri resolveram se casar e como presente de casamento, o pagé Guilherme deu ao casal madeiras do Pau-Brasil.
Felizes, o casal foram morar em João Arregui, interior do município de Uruguaiana, e resolveram abrir uma escola que se chama Alceu Wamosy, onde hoje eu estudo, onde hoje Juliana lê suas revistas e conversa com a Neize e a Cândida.
Aliás, Lauri e a índia Zoraide tiveram doiis filhos: Renan e Vitor.
E foi daquela madeira de Pau-Brasil que tudo começou e hoje é nosso especial Banquinho do Alceu.
Essa mesa está na escola à oito anos, agora ela está parecida com uma mesa de praça, e também fizeram nela um piso de cimento, para deixá-la mais bonita e aconchegante.
Ela fica do lado da pracinha, contêm árvores e flores ao seu lado.
Essa madeira, dessa mesa, tem um segredo que só eu e a Chaiane sabemos, a medeira dela não é uma madeira qualquer, é a madeira do tronco da árvore Pau-Brasil.
Tudo começou há muitos e muitos anos atrás, Lauri foi buscar essa madeira para fazer a nossa incrível mesa, só que não foi muito fácil pegar a madeira, pois no local viviam os índios. Todos os índios daquela tribo eram muito modernos, tinham: Tablets, Iphones, Computadores Imac e vários outros aparelhos que nem eu tenho. O pagé dessa tribo se chamava Guilherme e lá haviam outros índios, como: a Zoraide, a Maristela, a Michele, a Claúdia, a Mirian e vários outros índios também. Mas, Guilherme era o mais importante deles todos, pois era o mais velho de sua tribo, então o mais sábio.
Chegando lá, Lauri foi falar com o pagé da tribo, falou que queria retirar madeiras da árvore Pau-Brasil de suas terras, mas Guilherme recusou-se a dar a sua madeira tão especial. Lauri saiu desanimado dali, mas tudo mudou quando ele avistou a índia Zoraide, a bela índia dos olhos verdes, foi até ela e falou:
- Olá bela índia! Você é filha do pagé Guilherme?
- Sim, sou sim. Por que homem branco? Perguntou Zoraide.
- Queria saber se você gostaria de comer frutos do mar comigo hoje á noite?
- Não, mim não pode sair com homem da terra sofredora!
- "Tá" bom! Então, só me diz como é seu nome bela índia? Disse Lauri totalmente apaixonado.
- Meu nome é Zoraide.
- Que lindo nome. Então "tá", até mais.
Depois daquele dia, Zoraide e Lauri começaram a se conhecer melhor. Todos os dias saiam pela mata, até trocaram-se número de celular. Sempre iam embaixo de um coqueiro, do lado da casa da Mãe Sílvia, a benzedeira da tribo. Ela era a única que tinha Wifi. Então, Lauri e Zoraide iam até lá para pegar Wifi.
Zoraide e Lauri resolveram se casar e como presente de casamento, o pagé Guilherme deu ao casal madeiras do Pau-Brasil.
Felizes, o casal foram morar em João Arregui, interior do município de Uruguaiana, e resolveram abrir uma escola que se chama Alceu Wamosy, onde hoje eu estudo, onde hoje Juliana lê suas revistas e conversa com a Neize e a Cândida.
Aliás, Lauri e a índia Zoraide tiveram doiis filhos: Renan e Vitor.
E foi daquela madeira de Pau-Brasil que tudo começou e hoje é nosso especial Banquinho do Alceu.
Nomes das Alunas: Thaline Turquette e Chaiane de Mello.
Ano: 7º Ano.