sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

VÍDEO SOBRE ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL

OLÁ PESSOAL!!!
ESTOU DEIXANDO A VOCÊS O LINK DE UM VÍDEO BEM INTERESSANTE SOBRE ESCOLA DE TEMPO INTEGRAL.
VALE A PENA OLHAR!!! https://www.youtube.com/watch?v=zAU74fhMWbw

Abraço a tod@s!!!

sábado, 22 de novembro de 2014

OPÇÃO DE SITES PARA SANAR PROBLEMAS DE GRAFIA!

AO PENSAR NOS ALUNOS COM PROBLEMA DE GRAFIA, GOSTARIA QUE ACESSASSEM O SEGUINTE SITE:

JOGO: LETROCA

QUE TAL DESCOBRIR O LETROCA?
ESTE É UM JOGO DIVERTIDO DE CONSTRUÇÃO DE PALAVRAS!
VAMOS LÁ!

Para acessar o jogo clique no link:

JOGOS DE LÍNGUA PORTUGUESA

OLÁ PESSOAL!
PARA AQUELES QUE JÁ TERMINARAM A ATIVIDADE ESTÁ NA HORA DE EXERCITARMOS UM POUCO A CAPACIDADE DE CONSTRUÇÃO DE PALAVRAS E TEXTOS DE MANEIRA DIVERTIDA, PARA SANAR DÚVIDAS!
PENSEM COM ATENÇÃO!!!
BOA SORTE NO JOGO!

MENSAGEM DE MOTIVAÇÃO

PENSEM E REFLITAM SOBRE ESTA FRASE!


VÍDEO MOTIVACIONAL

Olá pessoal!
Estou deixando para vocês uma história linda!
Espero que gostem e que façam uma reflexão sobre essa Lenda!!

Beijos da Profe Michele.

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

OFICINA 12 - DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS - ALUNA: THALINE TURQUETTE - 7º ANO.

OFICINA 12

DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS

Atividade:

    Os alunos tinham que entrevistar uma pessoa da sua família, registrando suas memórias, memórias estas de seu tempo de criança. Após isso, eles teriam que escrever um texto, em forma de Memória Literária, contando e narrando as vivências do entrevistado, como se fosse ele.

História de uma Avó

         Há sessenta e seis anos, João Arregui era uma vila do interior, muito diferente da vila que temos hoje. Sim, tudo mudou! E como mudou!
          O dia começava com o canto do galo para acordar todo mundo.
          Ela se resumia em poucas casas, um pequeno clube e uma venda, sim, a Venda do Meu Pai. 
      Antigamente, as crianças não precisavam de televisão, internet, computadores, câmeras digitais e celulares para serem felizes, se divertiam com o pouco que tinham. 
        Lembro-me que brincávamos no barro, com bonecas de pano, empinando pipas, olhando o tem passar, escutando as telenovelas no rádio. Tudo era tão diferente, e tão melhor!
       Aliás, falando no Trem, havia uma história que contavam sobre a estação daqui. Meu pai contou-me que há muito tempo atrás esta estação era amaldiçoada. Isso mesmo! Ele nos aterrorizava com suas experiências, como a vez que ele e seus amigos resolveram desvendar o mistério da Estação Amaldiçoada. Segundo papai, tudo aconteceu no dia 13 de maio, numa sexta-feira. Isso mesmo, sexta-feira 13. 
        Eles entraram e viram que não havia nada lá, nenhum problema aparente, assombração alguma. No entanto, quando estavam de saída, meu pai "metido a galo", tropeçou numa madeira levantada e caiu diretamente num túnel subterrâneo. Então, ele começou a andar e foi vendo uns brilhos. Dizia meu pai que era diamante, mas ninguém nunca acreditou ou sequer foi lá para conferir.
         Chegando ao final do túnel, ele foi dar diretamente onde o mistério começava "A gabine do Ferroviário". Conta a história, que o ferroviário foi um homem que matou sua esposa a machadadas, e dizem, que a noite dava para ouvir um barulho, parecido com um lenhador cortando árvores. No entanto, ao olhar atrás do banco, havia somente um ferro que quando soprava o vento, ele batia num pedaço de madeira, fazendo aquele barulho estranho. E desde então, essa história não amedrontou mais meu pai. 
      Lembro-me como se fosse hoje, "as caras e bocas" que ele fazia ao me contar essa lenda urbana. 
        Quando fiquei mais crescidinha, começou a chegar as responsabilidades e as obrigações. Os momentos com meu pai, as suas histórias de terror, ficaram em um passado remoto, um passado que jamais esquecerei. Nas minhas horas vagas, eu ajudava minha mãe em casa, cuidava de meus irmãos, ajudava na venda. Quantas obrigações!
           O trabalho era recompensado com muitos doces. Como eram bons e saborosos!
         Refrigerante? Televisão? Telefone? Nossa, isso só fui conhecer quando fiquei bem crescida, adulta. 
          E os meus estudos? Parei de estudar aos 13 anos, pois tinha que ajudar minha mãe. Tudo era tão difícil! Com 15 anos fiz uma das piores besteiras da minha vida. Resolvi casar. Foi uma grande burrada. Porém, esse grande vacilo, também me fez a mulher mais feliz do mundo. E foi no dia que fui Mãe! Meus filhos foram as maiores bençãos da minha vida.
        Hoje, ao fazer um paralelo de minha vida, vejo o quanto fui feliz e também o quanto as coisas mudaram, desde minha infância até os dias atuais. Com o avanço tecnológico veio a internet, e este progresso, nos trouxe um pouco mais de conforto. Tudo mudou! Mas, às vezes, pego-me pensando, o que o tempo levou com ele? O que é preciso para ser feliz? Tínhamos tão pouco e eramos felizes. Hoje, a gurizada tem tudo e é infeliz. Resta-me apenas a saudade do meu tempo de criança, das histórias do meu pai, das minhas travessuras, dos dias que fui completamente feliz!

OBS.: Melhor Memória Literária da Turma

Nome da Aluna: Thaline Mello Turquette.
Nome do (a) Entrevistado (a): Leda Maria Ribeiro Fan - 76 anos de idade.
Ano: 7º Ano.