segunda-feira, 29 de setembro de 2014

AMOSTRA PEDAGÓGICA - 7º ANO E 7ª SÉRIE - E.M.E.F. ALCEU WAMOSY - I SEMESTRE


AMOSTRA PEDAGÓGICA 

1º SEMESTRE

7º ANO E 7ª SÉRIE

    Fazem parte desta Exposição as seguintes Oficinas:
   OFICINA 1 (Naquele Tempo - Entrevistas e Coleta de Fotos antigas da Escola) e OFICINA 6 (Lugares que Moram na Gente - Valorizando a Comunidade de João Arregui).













OFICINA 12 - DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS - ALUNA: EDUARDA OLIVEIRA - 7ª SÉRIE

OFICINA 12

DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS

Atividade:

    Os alunos tinham que entrevistar uma pessoa da sua família, registrando suas memórias, memórias estas de seu tempo de criança. Após isso, eles teriam que escrever um texto, em forma de Memória Literária, contando e narrando as vivências do entrevistado, como se fosse ele.

Minhas Lembranças

      Quando eu era criança, não tive muitas oportunidades na vida, muito menos uma infância divertida. Cuidava de meus irmãos, limpava a casa e também preparava chimarrão, para o momento da chegada da minha mãe, assim tudo estaria pronto, em ordem. Tudinho do jeito que ela gostava.
       Me criei assim, cuidando, limpando e aprendendo tudo sozinha, por que minha mãe não tinha muito tempo de ficar em casa, pelo fato de estar sempre trabalhando. Quando recordo-me de minha infância, lembro do dia que ganhei um piano de presente, isso me marcou muito, e ainda me marca, até hoje. 
      Adorava quando contavam-me histórias para dormir, começava rápido, depois a história ia ficando mais lenta e tranquila, e eu ia simultaneamente, adormecendo. Tudo na minha infância me remete a coisas boas. Minha mãe me ensinou tudo que poderia ter ensinado. Se hoje sou uma pessoa boa, graças a sua criação.
       Tenho muitas lembranças de quando pequena, mas uma delas, que ficará marcada na minha vida, foi quando me distanciei de uma irmã, que hoje faz cerca de 21 anos que não a vejo. Sinto muito sua falta, pois praticamente a criei. Às vezes, me bate uma angústia, um sofrimento, uma dor que aperta o peito, pois a saudade é demais. Apesar do tempo que não a vejo, da distância que há entre nós, continuo sendo sua irmão, continuo amando-a.
      Isso marca bastante por que passo pelos lugares que mais gostávamos de estar, e não tem como não lembrar dela, de nossas brincadeiras, das bagunças, até das discussões. 
      Também lembro-me que quando pequenina sonhava ser enfermeira, mas infelizmente acabei não indo atrás desse sonho, porque "inventei" de casar, parei de estudar e depois vieram os filhos. Aí já não pude realizar essa vontade.
        Sempre fui uma menina boa e faceira, gostava de sair, mas minha mãe não deixava muito. Quando queria ir, ela sempre dava desculpas, e quando alguém me convidava minha mãe até deixava eu ir, mas cheia de restrições e recomendações. Apesar disso, hoje como adulta, sinto falta de minha mãe, e sei que tudo que ela fez foi pelo meu bem. Saudades desse tempo!

Nome da Aluna: Eduarda Oliveira.
Nome da Entrevistada: Cledi Vanuza Barba Oliveira (32 anos).
Série: 7ª Série. 

OFICINA 12 - DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS - ALUNA: LUCIELY RODRIGUES - 7ª SÉRIE.

OFICINA 12

DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS

Atividade:

    Os alunos tinham que entrevistar uma pessoa da sua família, registrando suas memórias, memórias estas de seu tempo de criança. Após isso, eles teriam que escrever um texto, em forma de Memória Literária, contando e narrando as vivências do entrevistado, como se fosse ele.

Minha História

       Meu nome é Romalino, mas sou mais conhecido como Lile, tenho 36 anos, e minha infância foi um pouco difícil, mas ao mesmo tempo muito boa. Hoje, tenho uma família e trabalho como peão, nunca estância, perto de João Arregui, onde passei o maior tempo da minha vida, em especial, a infância. Estudei na escola Alceu Wamosy, onde frequentei até a 5ª série, depois parei de estudar e comecei a trabalhar.
      No meu tempo de criança, lembro-me da primeira vez que fui a escola, com 7 anos, não gostava muito de lá. Na 1ª série fui reprovado cerca de quatro vezes. Que horror! Lembro também de minha professoras. A professora Cristina, Romana e Gleci. Naquele tempo, eu morava em João Arregui ainda, e da minha casa até a escola, eu ia e voltava de bicicleta ou, às vezes, a cavalo. Os dois eram meus maiores divertimentos na época. 
     Eu tive que ir trabalhar bem cedo, com 15 anos. Fui muito danado quando estudei. Agitava todas na escola. Minha família era composta por eu, meus pais e os meus treze irmãos. Lembro também, que naquele tempo não havia luz elétrica, e sim lampião, a base de querosene, chamados de Lâmpada do Aladim. Interessante o nome! 
     Meus pais cantavam nos bailes da campanha. Às vezes, no meio da dança, tinha que colocar água no chão, pois era "chão batido", então havia muita poeira quando não lavado. O meu pai era gaiteiro e, eu ficava encantando vendo-o tocar. 
      Muitas vezes me pego pensando naquele tempo, e sinto falta de quando era criança, de jogar bola com meus amigos na quadra da escola, ou de quando brincávamos eu e meus irmão no pátio de nossa casa. Gostava muito de andar de bicicleta , jogar bolinha de gude, peão... Sinto saudades desses momentos. Tudo era muito bom e maravilhoso.
       Os lugares mais usados para brincar era o campo. Naqueles anos, falavam muito sobre Direito e Veterinária, profissões muito respeitadas, não gostava muito de estudar, mas, às vezes, penso "como seria minha vida se tivesse estudado, optados por dessas duas profissões". Quando parei de estudar, fui trabalhar, como já disse antes, e lembro do meu primeiro baile, com 15 anos de idade. Tudo era maravilhoso. Naquele dia, me diverti muito,
       Sei que ainda tenho 36 anos, mas meu sonhos é ter minha própria estância, e se Deus permitir conseguir realizá-lo.

Nome da Aluna: Luciely Rodrigues.
Nome do Entrevistado: Romalino Baldez (Lile) - Idade 36 anos.
Série: 7ª Série.


OFICINA 12 - DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS - ALUNA: KAUANE MARTINS.

OFICINA 12

DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS

Atividade:

    Os alunos tinham que entrevistar uma pessoa da sua família, registrando suas memórias, memórias estas de seu tempo de criança. Após isso, eles teriam que escrever um texto, em forma de Memória Literária, contando e narrando as vivências do entrevistado, como se fosse ele.

Minha História

    Eu, quando pequeno, comecei a trabalhar desde muito cedo. Trabalhava com o meu pai, nós fazíamos chácaras e lidávamos com os bichos. 
     O que me emociona é lembrar de meus irmãos, porque éramos muito próximos, e também, quando arrumei um emprego em uma fazendo foi algo muito bom. 
       Depois, durante a minha adolescência, tinha muitas histórias para contar, como, por exemplo, o Canifaxe, o Boitatá e outra que pelo tempo, não lembro-me mais.
      Tem uma coisa que eu sinto mais falta, queria que o tempo voltasse atrás, mas não dá, que é da minha querida mãe. Nós éramos muito próximos, eu ficava muito com ela, principalmente quando meu pai ia trabalhar e me dava aquela "folguinha". Eu não costumava trabalhar a tarde. Era naquele intervalo de tempo que aproveitava para ficar com meus irmãos, colegas e amigos. Íamos a um lugar brincar, debaixo de uns Eucaliptos, lá pros fundos da minha casa. Nós brincávamos e nos divertíamos muito. Usávamos de tudo: ossos, porongos, tudo que achávamos, pois o principal era usar a imaginação.
      Naquele tempo, nós não tínhamos muitas oportunidades na vida, principalmente de estudar, parávamos muito cedo, pois o essencial era trabalhar e ajudar em casa. Aqui, a profissão mais conhecida e valorizada era lavrador, por que era a única que tínhamos por essas "bandas". 
    Porém, naquele época, teve uma festa que me marcou muito. Eu nunca vou me esquecer daquele dia, foi a Festa do Arroz, aconteceu num Secador, dentro de um Galpão, sendo que até hoje, este lugar ainda existe. Atualmente, o dono é o Senhor Antonio Comis. Nossa, foi um bailão dos bons, dançamos a noite toda, foi muito divertido, e disso, pode ter certeza, nunca mais vou esquecer.

Nome da Aluna: Kauane Martins.
Nome do Entrevistado:Joares Reis Candia (74anos). 
Série: 7ª Série.

OFICINA 12 - DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS - ALUNA: GABRIELA DE LIMA - 7ª SÉRIE.

OFICINA 12

DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS

Atividade:

    Os alunos tinham que entrevistar uma pessoa da sua família, registrando suas memórias, memórias estas de seu tempo de criança. Após isso, eles teriam que escrever um texto, em forma de Memória Literária, contando e narrando as vivências do entrevistado, como se fosse ele.

Minhas lembranças

    No meu tempo de menina, eu adorava tomar banho no valo com meus amigos. Lembro das memórias da minha mãe, e de brincar com meus companheiros. 
     Lembro também, das histórias que me contavam, dos causos do Lobisomem e as piadas de Seu Pedro Malasarte. Mas, do que mais sinto falta realmente, é da convivência diária com meus irmãos, da casa cheia de gente.Nossa, como eles me fazem falta. Hoje, todos moram longe e não convivemos tanto assim juntos. 
     O que me faz rir quando lembro da minha infância eram as brigas na hora do banheiro. A casa era cheia de gente, então ir ao banheiro era uma missão quase impossível. Sempre tinha uma fila para usá-lo. Isso era muito engraçado. Divertíamos, dávamos boas risadas, e sinto falta da minha família toda reunida, contado aquelas histórias de assombração. Hoje, sinto saudade até mesmo de limpar a casa, colher milho com meu pai, jogar bola na frente de casa, minha mãe me dando conselhos sobre "o certo e o errado". 
      Mas, hoje sei de tudo que vivi, tudo que passei, toda a felicidade daquele tempo, da família maravilhosa que Deus me deu. Lembro-me que na minha vila todos os meninos queriam ser trabalhadores rurais, pois achavam que seriam um bom começo de vida para eles. 
       Ah, eu também adorava andar de trem, viajar nele com a minha família, até Santa Maria, olhar pela janela e ver as lindas paisagens, os verdes maravilhosos e perfeitos, tudo era simples claro, mas magnífico. Até hoje guardo esses momentos na minha memória. 

Nome da Aluna: Gabriela da Silva de Lima.
Nome da Entrevistada: Mirian da Silva.
Série: 7ª Série. 

OFICINA 12 - DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS - ALUNO: LEONARDO BRANDLI - 7ª SÉRIE.

OFICINA 12

DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS

Atividade:

    Os alunos tinham que entrevistar uma pessoa da sua família, registrando suas memórias, memórias estas de seu tempo de criança. Após isso, eles teriam que escrever um texto, em forma de Memória Literária, contando e narrando as vivências do entrevistado, como se fosse ele.

Minhas Lembranças

     Sou Joaquim Soares Neto, tenho 37 anos e vou contar para vocês as lembranças da minha infância e juventude. 
     Quando era guri passava o dia no mato, caçando passarinho e pescando nos açudes, junto com meus irmãos. Eu até hoje me emociono quando lembro da minha primeira bicicleta, das lindas aventuras que fiz com ela. Sem dúvida, foi o melhor brinquedo que tive quando era pequeno. Lembro-me de uma história que minha mãe me contava. Ela dizia que tinha um homem sentado no escuro tomando mate, e que quando as luzes ascendiam ele sumia. Eu morria de medo.
      Também, sinto saudades do bolo de Fubá que minha mãe fazia, juntamente com um café recém passado. Aquele banquete era dos deuses. Meus irmãos não eram muito de comer, passavam seu tempo brincando, correndo um atrás do outro, subindo em árvores. Eu gostava muito daquelas brincadeiras também, especialmente subir nas árvores.
     Durante a minha infância, a profissão mais conhecida, mais destacada, era lidar com boiadeiros, em rodeios, e eu, às vezes, "fazia de conta" que era um deles. 
      Esta é minha história. Espero que tenham gostado, pois sinto saudades desse tempo. 

Nome do Aluno: Leonarndo W. Brandli. 
Nome do Entrevistado: Joaquin Soares Neto (37 anos).
Série: 7ª série. 

OFICINA 12 - DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS - ALUNO: DOUGLAS RODRIGUES - 7ª SÉRIE.

OFICINA 12

DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS

Atividade:

    Os alunos tinham que entrevistar uma pessoa da sua família, registrando suas memórias, memórias estas de seu tempo de criança. Após isso, eles teriam que escrever um texto, em forma de Memória Literária, contando e narrando as vivências do entrevistado, como se fosse ele.

Minha vida, minha Infância

    Antigamente, lembro-me, que no começo eu ia a pé para a escola. Ela se chamava Ruy Ramos, a distância dela até minha casa era de 4 km. Quando chovia ia de charrete. Tudo era uma tremenda aventura.  O uniforme da escola era calça azul com uma camisa branca e uma meia branca também. Quando terminei a 2ª série, meus pais se mudaram para São Borja para estudar na escola Veriato Vargas. E eu fui com ele. Posteriormente eles se mudaram para São José e eu fiquei morando em São Borja com minha avó.  
  Depois de ficar 2 anos morando com minha avó lá, fui passear na casa dos meus pais, passei por Tigra perto de Garruchos, que viagem legal. Eu tinha de 8 a 9 anos na época, não lembro-me direito. Foi tudo legal. Mas, a casa dos meus pais era mal assombrada, e  eu morria de medo de ficar lá, Contudo, as conversas que tinha com meu pai, simplesmente recompensava o medo que tinha de ficar naquele lugar. 
    Eu brincava nas sombras de uma tapera, onde tinha taquaras e nelas eu subia. Além das árvores que tinha em frente a casa, tudo era deslumbrante, eu adorava tirar minhas férias lá.
     Meu pai era um gerente de granja, e uma das profissões que mais se destacava, naquela época, era o ofício do meu pai e também, capataz de estância.
   Sinto falta daquele tempo, dos meus pais, da inocência de ser criança. O tempo passou. Cresci, amadureci e hoje conto essas  histórias para meus filhos. 

Nome do Aluno: Douglas dos Santos Rodrigues.
Nome do Entrevistado: Delcio Edes Robalo Rodrigues (45 anos).
Série: 7ª Série.

OFICINA 12 - DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS - ALUNO: JOÃO VICTOR FLORES - 7ª SÉRIE.

OFICINA 12

DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS

Atividade:

    Os alunos tinham que entrevistar uma pessoa da sua família, registrando suas memórias, memórias estas de seu tempo de criança. Após isso, eles teriam que escrever um texto, em forma de Memória Literária, contando e narrando as experiências do entrevistado, como se fosse ele.

Quando era pequeno

    Lembro-me que quando era pequeno, cerca de 5 a 6 anos, nós morávamos no interior, entre quatro irmãos. Nosso pai tinha um "bolicho" de campanha.
    Eu me emociono muito quando penso que nós eramos tão pobres e que minha mãe fazia nossas roupas, pois não tínhamos para nada. Também, sinto falta de quando nós morávamos lá fora. Antigamente, por exemplo, os pais contavam história como a do Lobisomem, das Bruxas, que trançavam os rabos dos cavalos. Lá, na nossa casa, nós tínhamos um arvoredo repleto de frutas que costumávamos comê-las e também brincar nele. Que saudade daquele tempo!
    Naquele época, minha mãe era costureira, lembro-me como se fosse hoje, era uma das profissões mais conhecidas e respeitadas, entre outras, como: "bolicheiro", peão, barbeiro...
     Mas, o que marcou mesmo a minha vida foi o falecimento do meu pai. Que tristeza! Ficar sem ele não foi fácil. Outro momento que marcou minha existência também, para o bem, foi o nascimento dos meus filhos.
     Quando olho para o meu passado, recordo dos momentos que vive no campo, da minha infância, do quanto tudo era maravilhoso e mais fácil. O tempo passou! Hoje sou adulto, tenho uma família, responsabilidades, mas daquele tempo, eu jamais esquecerei.

Nome do Aluno: João Victor da Silva Flores.
Nome da Entrevistada: Francisco Paulo Ferreira Flores.
Série: 7ª Série.

OFICINA 12 - DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIA LITERÁRIAS - ALUNA ANA PAULA GODOY - 7ª SÉRIE

OFICINA 12

DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS

Atividade:

    Os alunos tinham que entrevistar uma pessoa da sua família, registrando suas memórias, memórias estas de seu tempo de criança. Após isso, eles teriam que escrever um texto, em forma de Memória Literária, contando e narrando as vivências do entrevistado, como se fosse ele.

Minhas Lembranças

      Quando era pequena brincava muito com minhas irmãs, adorava jogar bola, principalmente vôlei. Íamos a escola todos juntos. Como era bom aquele tempo.
     Meu avô era muito brincalhão, gostava de fazer as pessoas rirem. Naquele tempo, eu tinha uma bicicleta, minha fiel escudeira, pois nela eu ia para tudo que lado. Mas, aos poucos fui crescendo e percebi que tudo aquilo começou a mudar, eu deixei a infância, entre na adolescência, e posteriormente, a fase adulta. Restou apenas as lembrança boas, daquele tempo maravilhoso da minha vida. 
       Saudades eu sinto, pois me casei nova, com 20 anos. Claro que arrependimento não há, contudo sinto saudades daquela época. Foi tudo importante para mim, mas restaram hoje, apenas as boas lembranças. 

Nome da Aluna: Ana Paula Godoy.
Nome da Entrevistada: Irene Sasso de Godoy (45 anos).
Série: 7ª Série.

OFICINA 12 - DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS - ALUNA VITÓRIA PIRES - 7ª SÉRIE.

OFICINA 12

DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS

Atividade:

    Os alunos tinham que entrevistar uma pessoa da sua família, registrando suas memórias, memórias estas de seu tempo de criança. Após isso, eles teriam que escrever um texto, em forma de Memória Literária, contando e narrando as vivências do entrevistado, como se fosse ele.

Minha História

      Meu nome é Andreia, tenho 38 anos e hoje vou ler o diário que escrevi quando tinha 15 anos de idade. Nele, lembro, de ter escrito tantas coisas, o que eu gostava, as brigas, minhas crises existenciais, etc. Coisa boa era aquele tempo. Tudo começou assim...
     "Hoje, é a primeira vez que escreverei em você, por isso, começo falando de minhas manias, meus segredos, você será meu confessionário. 
     O que mais adoro é viajar com minha família, mas tem a parte ruim de tudo, lógico." Quando eu escrevi naquele diário, tinha por intenção deixar uma marca na história, registrar um dia após o outro. E ontem, mexendo nas coisas velhas, nas caixas, encontrei-o e comecei a ler. Vi o quanto eu era feliz. Lembrei de quando tinha 6 anos, que minha mãe contava-me histórias de Bruxas e Lobisomens, e o quanto aquilo me assustava, principalmente na hora de dormir. Outra coisa que li ali, e sinto muita falta, é de brincar de casinha com minhas amigas. 
       Meu lugar favorito, antigamente, era a goiabeira, eu me escondia nela, e de vez em quando comia umas goiabas, claro, escondida da minha mãe. Lembro bem que as profissões mais destacadas eram a de professor. Mas, tinha certeza também, que professora eu não queria ser. Bom, tudo passou em minha vida tao rápido. Resta apenas as lembranças daquele tempo, pois tudo virou apenas memória. 


Nome da Aluna: Vitoria Pires
Nome da Entrevistada: Andreia Pires (38 anos de idade). 
Série: 7ª Série.

OFICINA 12 - DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS - ALUNO CRISTIAN WITT - 7ª SÉRIE.

OFICINA 12

DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS

Atividade:

    Os alunos tinham que entrevistar uma pessoa da sua família, registrando suas memórias, memórias estas de seu tempo de criança. Após isso, eles teriam que escrever um texto, em forma de Memória Literária, contando e narrando as vivências do entrevistado, como se fosse ele.

Antigamente

    Antigamente, eu lembro-me que não costumava brincar muito, somente a noite, de esconde-esconde, e vejo que atualmente, nem isso fazem. 
      Eu fico com saudades desse tempo, em especial de meus amigos, parceiros de festa, de sair com os colegas. 
      Quando fecho os olhos, lembro do quanto era bom aquele tempo, das histórias que me contavam, de Bruxas por exemplo, que elas pegavam os meninos mal criados. Ai, que saudade desse tempo! Como era bom!
      Com o tempo, comecei a sentir falta de meu pai, e ainda hoje sinto saudades. Acredito que nunca estamos pronta para perder pai e mãe. 
      Mas, do que mais sinto falta mesmo, da minha infância, era das brincadeiras com barro, quando dirigia juntamente com meu pai. Que tempo bom, que não volta nunca mais.
     

Nome do Aluno: Cristian Eduardo Witt.
Série: 7ª Série.

OFICINA 12 - DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS - ALUNA: ANNE CRISTIELI RODRIGUES - 7ª SÉRIE

OFICINA 12

DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS

Atividade:

    Os alunos tinham que entrevistar uma pessoa da sua família, registrando suas memórias, memórias estas de seu tempo de criança. Após isso, eles teriam que escrever um texto, em forma de Memória Literária, contando e narrando as vivências do entrevistado, como se fosse ele.

Minha História

      Lembro-me que quando era criança fiquei órfã de mãe, ao 9 anos. Foi muito triste fica sem minha mãe, pois me colocaram para cuidar de crianças, faziam eu trabalhar em serviço que era para adulto. Não tive uma infância muito feliz.
    Ao fazer uma análise da minha vida, posso considerar que o momento mais difícil da minha vida foi quando minha mãe faleceu mesmo, pois me senti sozinha, sofri tanto nas mãos das pessoas, porque nem carinho me davam, nem tinham paciência, eu só servia para trabalhar.
     Quando eu era criança, também lembro-me das histórias que ela contava-me, João e Maria era uma delas, Branca de Neve, entre outras.
     Sinto tanta falta de minha mãe, para dar-me um conselho, uma palavra amiga, um abraço quando preciso, uma resposta quando eu não souber algo, compartilhar comigo suas experiências, etc.
      Lembro-me que não tinha tempo para brincar por que trabalhava muito, e quando dava era apenas no pátio. 
    Naquela época, as profissões mais conhecidas eram veterinárias, agronomia, trabalhar no campo mesmo. 
    Quando fecho meus olhos, vem na minha cabeça os momentos que fui feliz com minha mãe, e penso o quanto ela teria orgulho de mim, o quanto ficaria feliz ao me ver casar, ao ver a minha formatura. Hoje, sou feliz com minha família, e tento dar aos meus filhos tudo que não tive quando era criança. 

Nome da Aluna: Anne Cristieli Rodrigues.
Nome da Entrevistada: Leilamar. 
Série: 7ª Série.

OFICINA 12 - DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS - ALUNO: CRISTIANO PAIVA - 7ª SÉRIE

OFICINA 12

DA ENTREVISTA AO TEXTO DE MEMÓRIAS LITERÁRIAS

Atividade:

    Os alunos tinham que entrevistar uma pessoa da sua família, registrando suas memórias, memórias estas de seu tempo de criança. Após isso, eles teriam que escrever um texto, em forma de Memória Literária, contando e narrando as vivências do entrevistado, como se fosse ele.

Meu Passado

       Quando eu era bem pequeno contava muito do lugar onde vivi, corria , brincava de boneca e gostava bastante de andar a cavalo.
      Eu, também, estudava numa escola que criaram na granja onde eu morava nesta época, juntamente com meus irmãos e meus pais. Ajudava muito minha mãe a cuidar de meus irmãos mais novos, e a limpar a casa.
          Naquele tempo, meu pai ia trabalhar e eu tinha que levar café para ele. Todos os dias eu fazia almoço e janta, também cuidava do meu gatinho, que tinha por lá. Sinto falta desse tempo, da minha infância e do quanto era feliz antigamente. 

Nome do Aluno: Cristiano Paiva.
Nome da Entrevista: Cristiane Paiva.
Série: 7ª Série.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

LENDA GAÚCHA A PANELINHA - ALUNAS: CHAIANE DE MELLO E SABRINA GAVIÃO

PROJETO LÊ

DIA C (DIA DA CURIOSIDADE)

RESUMO DA LENDA GAÚCHA A PANELINHA
                                                                                                                                                                    A bela cidade de cruz alta, no começo deste seculo, havia uma grande ponte em forma de poço           de onde partiu uma sanga,hoje urbanizado no cruzamento das ruas Andrade neves e general portinho quase no centro da cidade.
essa fonte,pela sua forma de poço,recebeu o nome da fonte da panelinha ali muita gente boa praticamente toda zona nobre a cidade,abastecia-se de água. E era crença geral de quem beber a água da panelinha era amarrar-se definitivamente a cruz alta.quem bebesse dessa água, mesmo que partisse,logo dava um jeito de voltar.muitas moças cruzaltenses namorados de oficias do exercito de outras plagas ou visitantes que eventualmente que passavam por cruz alta,sempre davam um jeito de lhes servir um copo de água da fonte da panelinha         

Ano: 7º ano. 
Alunas: Chaiane de Mello e Sabrina Gavião.

LENDA GAÚCHA DO NEGRINHO DO PASTOREIO - ALUNOS: THIAGO VIEIRA E JOÃO AUGUSTO VIEIRA

PROJETO LÊ

DIA C (DIA DA CURIOSIDADE)

RESUMO DA LENDA GAÚCHA DO NEGRINHO DO PASTOREIO

       O Negrinho do Pastoreio é uma lenda folclore brasileiro surgida no Rio Grande do Sul. De origem africana, está lenda surgiu no seculo XIX, período em que ainda a escravidão no Brasil . Está lenda retrata muito bem a violência e injustiça impostas aos escravos .
           De acordo com a lenda, havia um menino negro escravo de quatorze anos ,que possui a tarefa de cuidar do pasto e dos cavalos de um rico fazendeiro.Porém ,num determinado dia o menino voltou do trabalho e foi acusado pelo patrão de ter perdido um dos cavalos.
            O fazendeiro mandou açoitar o menino,que teve que voltar ao pasto para recupera o cavalo apos horas procurando, não consegui encontrar o tal cavalo.Ao retornar a fazenda foi novamente castigado pelo fazendeiro.Desta vez o patrão,para aumentar o castigo colocou o menino pelado dentro de um formigueiro.no dia seguinte, o patrão foi ver a situação do menino escravo e focou surpreso.O garoto estava livre ,sem nem um ferimento e montado no cavalo baio que havia sumido.Conta a lenda que foi um milagre que salvou o menino,que foi transformado num anjo.
          O Negrinho do Pastoreio  é considerado,por aqueles que acreditam na lenda,como o protetor das pessoas que perdem algo.
           De acordo com a crença,ao perder alguma coisa ,basta pedir para o menino do pastoreio que ele ajuda a encontrar.
           Em retribuição,a pessoa dever acender uma vela ao menino ou comprar uma planta ou flor.

Ano: 7º ano
Alunos: Thiago Vieira  e João Augusto Vieira

LENDA GAÚCHA A MOÇA DO CEMITÉRIO - ALUNAS: EVA FARIAS E GIOVANA DE CAMPOS.

PROJETO LÊ

DIA C (DIA DA CURIOSIDADE)

RESUMO DA LENDA GAÚCHA A MOÇA DO CEMITÉRIO

       Em Porto Alegre, num ponto de táxi que fica na rua Otto Niemayer, esquina cavalhada, ás vezes aparece uma moça loira, lindíssima, usando sempre um vestido vermelho, muito bonito e chamativo. E sempre á noite. Ela toma um táxi e manda tocar para um lugar qualquer que passe pelo cemitério da Vila Nova mas, ao passar por este, ela simplesmente desaparece! Vários motoristas porto-alegrenses, muitos dos quais vivos até hoje, trasportaram a moça-fantasma e repetem a mesma história.

Ano: 7º Ano.
Alunas: Eva Farias e Giovana de Campos.

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

LENDA LOBISOMEM DO CEMITÉRIO DE RG - ALUNOS: DERIC DE LIMA E MATHEUS TABORDA

PROJETO LÊ

DIA C (DIA DA CURIOSIDADE)

RESUMO DA LENDA GAÚCHA LOBISOMEM DO CEMITÉRIO DE RG

       Na década de setenta, na rua Dois de Novembro, onde ate hoje se encontra o cemitério católico na cidade de RG, onde atuava o famoso "lobisomem do cemitério".
     Muitas pessoas que passavam ali tarde da noite diziam que havia um estranho bicho,que sempre aparecia a meia noite ele assustava as pessoa que passavam ali.
    Foi a partir desse depoimento que as pessoas começaram a falar que era um lobisomem, e ele uivava quando agia.
      Um segurança que trabalhava na Viação Ferraria, não acreditava no lobisomem, então ele resolveu ir no cemitério que ficava na frente do trabalho dele.
     Ele entrou no cemitério então chegou a meia noite uma mendiga passou na frente do cemitério e o lobisomem pulou pelo muro e o segurança atirou e o lobisomem nunca mais foi visto no cemitério.     

Ano: 7º Ano.
Alunos: Matheus Taborda e Deric de Lima.

LENDA GAÚCHA SÃO SEPÉ - ALUNOS: DELMAR SANTOS E PEDRO DA SILVA

PROJETO LÊ

DIA C (DIA DA CURIOSIDADE)

RESUMO DA LENDA GAÚCHA SÃO SEPÉ

     Sepé era um índio valente e bom, que lutou contra os estrangeiros para defender a terra das missões. Ele era predestinado por deus e são Miguel: tinha nascido com um lunar na testa. Nas noites escuras ou em pleno combate, o lunar de Sepé brilhava, guiando seus soldados missioneiros. quando ele morreu, vencido pelas armas e o numero de portugueses e espanhóis, deus nosso senhor retirou de todos os gaúchos e o cruzeiro do sul.  

Ano: 7º Ano.
Alunos: Delmar Santos e Pedro da Silva.

LENDA DO QUERO-QUERO

PROJETO LÊ

DIA C (DIA DA CURIOSIDADE)

RESUMO DA LENDA GAÚCHA DO QUERO-QUERO

     Quando a Sagrada Família fugia para o Egito, com medo das espadas dos soldados do Rei Herodes, muitas vezes precisou se esconder no campo, quando os perseguidores chegavam perto.
     Numa dessas vezes, Nossa Senhora, escondendo o Divino Piá, pediu a todos os bichos que fizessem silêncio, que não cantassem, porque os soldados do Rei podiam ouvir e dar fé.
      Todos obedeceram prontamente, mas o Quero-Quero, não: queria porque queria cantar.E dizia : Quero ! Quero ! Quero !
       E tanto disse que foi amaldiçoado por Nossa Senhora: ficou querendo até hoje.

Ano: 7º Ano.
Alunas: Thaline Turquette e Eduarda Dias.

domingo, 14 de setembro de 2014

OFICINA 9 - POESIA - ALUNA: EMILLY AMARAL - 6º ANO.

OFICINA 9:

PRODUÇÃO TEXTUAL - MINHA REALIDADE ESCOLAR

Descrição da Tarefa:

Nessa tarefa os alunos deveriam produzir um Poema (Texto Poético) enaltecendo sua escola, homenageando-a pelos seus 71 anos de história.
O poema deveria ser escrito de maneira livre, ou seja, com um ritmo regular ou irregular, com rimas ou não, mas todos deveriam ter no mínimo três estrofes.

Homenagem pelo Aniversário da Escola.

Feliz Aniversário

Parabéns, parabéns, Feliz Aniversário.
O dia 12 de setembro está no calendário, é seu aniversário,
Você tem capacidade de ensinar 
E também nossas vidas de mudar.

A escola vive para ensinar
Aqui em João Arregui é o seu lugar,
Tenho amizade por você,
Você é a razão do meu crescer.

Pensando em você tenho tantas e tantas
coisas para falar,
O que me falta é tempo para explicar,
pois ensino não vai faltar.

Meu amor por você é grande,
do tamanho do luar e das constelações,
Você irá sempre brilhar,
E o seu nome na sociedade sempre vai estar.

Te amo! 
Feliz Aniversário Alceu Wamosy!

OBS.: Melhor poema da turma em Homenagem ao Aniversário da Escola.

Nome da Aluna: Emilly Amaral.
Ano: 6º Ano.



OFICINA 9 - POESIA - ALUNA: JÉSSICA - 6º ANO.

OFICINA 9:

PRODUÇÃO TEXTUAL - MINHA REALIDADE ESCOLAR

Descrição da Tarefa:

Nessa tarefa os alunos deveriam produzir um Poema (Texto Poético) enaltecendo sua escola, homenageando-a pelos seus 71 anos de história.
O poema deveria ser escrito de maneira livre, ou seja, com um ritmo regular ou irregular, com rimas ou não, mas todos deveriam ter no mínimo três estrofes.

Alceu Wamosy

Escola Alceu Wamosy,
É cheia de alegria,
É cheia de energia,
E a mim contagia.

Escola Alceu Wamosy,
Sempre estará viva,
Com tanta coisa linda,
E só existe, muita alegria.

Escola Alceu Wamosy,
Completa-se com os diretores,
com seus funcionários, 
e também, com os professores.

Escola Alceu Wamosy,
A todos ela completa
Para alegria de todos,
Essa é a escola Alceu Wamosy.

Parabéns pelos seus 71 anos de História, 
Educando e Transformando.

Nome da Aluna: Jéssica.
Ano: 6º Ano.

OFICINA 9 - POESIA - ALUNA: JADI TALITA - 6º ANO.

OFICINA 9:

PRODUÇÃO TEXTUAL - MINHA REALIDADE ESCOLAR

Descrição da Tarefa:

Nessa tarefa os alunos deveriam produzir um Poema (Texto Poético) enaltecendo sua escola, homenageando-a pelos seus 71 anos de história.
O poema deveria ser escrito de maneira livre, ou seja, com um ritmo regular ou irregular, com rimas ou não, mas todos deveriam ter no mínimo três estrofes.

Feliz Aniversário

Do jardim nasceu a flor
Do coração a saudade e dos
meses por aqui 
nossa linda amizade.

A nossa mocidade
o tempo levará,
a nossa amizade,
jamais acabará.

Amigos existem tantas que nem se pode contar,
mas, assim como você
é muito difícil de 
Encontrar.

Hoje 12 de Setembro,
seu aniversário é;
Comemoramos juntos com você
e celebramos a nossa eterna amizade com você!

Nome da Aluna: Jadi Talita.
Ano: 6º Ano.

OFICINA 9 - POESIA - ALUNA: AISHA JACQUES - 6º ANO.

OFICINA 9:

PRODUÇÃO TEXTUAL - MINHA REALIDADE ESCOLAR

Descrição da Tarefa:

Nessa tarefa os alunos deveriam produzir um Poema (Texto Poético) enaltecendo sua escola, homenageando-a pelos seus 71 anos de história.
O poema deveria ser escrito de maneira livre, ou seja, com um ritmo regular ou irregular, com rimas ou não, mas todos deveriam ter no mínimo três estrofes.

Alceu

Minha escola querida
a tão pouco tempo tenho estado aqui
Mas, nesse tempo
aprendi a te amar e 
também a te respeitar.

Nossa amizade nasceu de um lindo poeta
Que lhe deu o Nome,
Nosso querido Gaúcho que veio
lá dos lados de Uruguaiana, 
Um amigo meu, chamado Alceu Wamosy.

Para homenageá-lo faço de minhas palavras
os seus versos:
"Ó tu que vens de longe, ó tu que vens cansada,
Entra e, sob esse teto encontrarás carinho".

Nestes teus 71 anos de existência,
venho hoje,
lhe agradecer, 
por ter-nos ensinado a amar e,
a termos amor próprio.

Parabéns Alceu Wamosy.

Nome da Aluna: Aisha Jacques.
Ano: 6º Ano.